sexta-feira, 23 de julho de 2010

Missão Impossívelm está de volta, sem o Tom Cruise

     Pois é. Agora o protagonista sou eu. Minha missão? Ser voluntário em Salvador! Acreditem, é impossível!
     Como alguns de vocês devem saber, o Pearson (colégio em que estudo) tem um programa chamado Home Service, onde o aluno tem que fazer serviço social enquanto estiver de férias no seu país de origem. O minímo exigido é de 80 horas. Eu achei a idéia ótimo, e estava super empolgado para tal. Estava. Porque a burocracia tira o ânimo de qualquer pessoa! Já tentei de tudo. Fui na Governadoria, tentei ONGs, nem o GOOGLE conseguiu me ajudar! Estou tentado de tudo! Ainda estou animado, mas preocupado. Porque tenho que fazer 80 horas e minhas férias já estão acabando...
    Se puderem me ajudar, por favor o façam.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

    Mais um dia sem nada pra fazer, então por que não escrever?
    Então, estava eu assistindo um pouco de TV, e me deparei com a porcaria de TV aberta que temos. Mas isso todos já sabem. O que realmente me preocupa são as músicas que os jovens estão ouvindo hoje. Que diabos é RESTART? Que porra é essa de Justin Bieber? Quando era pequeno, "música ruim" era É O TCHAM, Xuxa... Mas o que se ouve hoje me dá vontade de voltar! Enfim... não estou inspirado a escrever. Vou voltar a ouvir minha música e ler Saramago, que é o melhor que faço.
    E para vocês que curtem uma boa música, aqui vai um trecho de "We are the champions" do Queens.

We are the champions - my friends
And we'll keep on fighting - till the end -
We are the champions
We are the champions
No time for losers
'Cause we are the champions - of the world -
     Isso sim, que é Música! Ou melhor dizendo, poesia.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Essential Mechanics Problem

If at any given instant in time we know the positions and velocities of all the particles that make up a particular system can we predict the future position and velocities of all the particles?
     You can call me a nerd now.

sábado, 17 de julho de 2010

Back

    Então, voltei.
    Descobri que algumas pessoas realmente liam o que eu escrevia aqui e decidir que era hora de voltar. Mas como diria José Saramago, em bom português:
"Dificílimo acto é o de escrever, responsabilidade das maiores, basta pensar no extenuante trabalho que será dispor por ordem temporal os acontecimentos, primeiro este, depois aquele, ou, se tal mais convém às necessidades do efeito, o sucesso de hoje posto antes do episódio de ontem, e outras não menos arriscadas acrobacias, o passado como se tivesse sido agora, o presente como um contínuo sem fim..."
     Pois é, difícil, mas prazeroso. E algo que eu descobri tem pouco tempo, assim como a Literatura. Nem eu acredito que passei tantos anos inerte aos livros! E foi num momento inesperado que eu comecei a ler. Mas não me entendam mal, eu li a minha vida toda, mas apreciar a leitura eu aprendi há pouco tempo. E isso foi uma das milhões de coisas que eu venho aprendendo desde aquele 31 de Agosto de 2009. Faz quase um ano que embarquei numa viajem para fora do país, e agora acho que é hora de olhar para trás com o intuito de seguir em frente.

     Mas antes dessa reflexão, algo que eu também aprendi no Pearson, gostaria de situar alguns de vocês do que aconteceu nesses três meses de abstenção do blog. Voltei para a terra do Dendê no dia 29 de Maio, e aqui estou desde. Dois dias antes de voltar eu consegui quebrar um dedo ao cair das escadas, ser operado no estrangeiro, e voltar para casa dois dias depois de operado, com dois pinos no dedinho, que me acompanhariam por um mês. Aqui cheguei e fiquei procastinating um pouco, já que ninguém é de ferro. Estou aproveitando minha família, a qual eu amo demais, meus amigos, que estão loucos pelo vestibular, e o tempo, que apesar de não estar tão bom ainda dá pra curtir um pouco. Ainda não comecei minha monografia e meu Home Service, mas ainda há tempo e eu já estou providenciando os mesmos. Como não tem muita coisa acontecendo nessas férias, creio que os próximos posts não serão sobre mim, mas algumas poucas palavras virão sobre algo que irá acontecer e eu, nessa árdua missão, irei escrever.

    A respeito da reflexão dita ao início do texto, irei fazê-la comigo mesmo. Se algum de vocês quiser perguntar algo, deixe sua pergunta nos comentários que eu irei responder. Esse post é só para marcar a volta, e para dizer que estou bem.

     E, a propósito, Axé a todos

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Pascoa!

   Axé!

   Feliz Pascóa a todos!

   Espero que estaja curtindo, porque eu estou, apesar das condições (sendo eufemista). As duas últimas semanas foram super corridas! Testes, ensaios, labs... tudo que consume todo o seu tempo, e até te impede de dormir - porque quando termina tudo, encontra seus amigos, e lá se foi a sua noite de sono. Mas depois de tudo, cinco dias de feriado para descansar é sempe bom.
    E foi com esse pensamento de "descansar" que eu aceitei o convite de Felix (Austria) de vim para Race Rocks, uma reserva ecológica que o colégio toma conta. Na verdade é uma pedra gigante que parece uma mini-ilha ontem tem um farol, duas casas e muito, mas muito mesmo, leões-marinho, focas e outros animais super-interssantes. Viemos mergulhar aqui. Ou esse era o plano. Alguns outros amigos nossos resolverem vim, mas os exames de Self-Taught impediram muitos (deveriam me impedir também, mas eu decidir ter um intervalo). Depois de tudo, viemos eu, Feliz, Heide (Finlândia), Levi (França) e Michaela (Slovakia). Um brasileiro e quatro europeus... já viu que banho vai ser difícil, né? Não pra mim, apesar de tudo se opôr!
     Enfim, vamos as condiões: (aviso: se você não gosta de imaginar certas situações que envolvam necessidades biológicas, pule esse parágrafo) logo quando cheguei, descobri que o vaso sanitário estava quebrado, e que  tinhámos uma espécia de "vaso descartável", uma engenhoca até interressante. Mas os meninos só eram autorizados a fazer o "numéro II" lá, e se a situação foss líquida, tinhamos que fazer no mato. Para o número 1 ficou até melhor, porque não preciso mirar. Mas para outro número, o bicho pegou. Quem já conviveu comigo, sabe que meu instestino é tímido. E quando eu vi a nova ferramanta, foi aí que travou de vez! Resultadô: dois dias que comida só entra, nada sai.
     Mas até aí, tudo estava bem. Isso foi até eu descobrir que não tinhámos água quente. Ou melhor dizendo, só tinhamos água congelando! Sabe quando você entra no chuveiro e começa a pular porque a água está "super gelada"? Agradeça a Deus o quão quente essa água é. Como estamos numa ilha no meu do nada, toda água que temos vem do mar, nós dessalinisamos. O problema é que o aquecedor quebrou. Ou seja, a temperatura da água que temos é a mesma do mar. Sabe qual a temperatura que estava ontem?  SETE GRAUS!! Você deve estar pensando, isso é desculpa para não tomar banho. Eu pensaria o mesmo, antes de vim. Mas vamos dar continuidae a história: no dia após a nossa chegada, tivemos uma tespestade super forte! O rapaz que mora aqui disse que foi a mais forte que ele viu desde que chegou aqui (1 ano e meio atrás). Perdemos nosso sinal de internet. O colégio, que fica pertinho daqui, ficou sem letricidade. Ou seja, não mergulhamos nos dois primeiros dias, e não tomei banho também. Mas no terceiro dia, resolvemos mergulhar. O mergulho foi ótimo. Quando voltamos, nada de banho. Eu não pude acreditar. O pessoal tamém nem fez muita questão. Mas eu estava psicologicamente afetado. Não podia ficar sem banhar-me! Decidi tomar banho, mesmo com a água congelante. Eles me chamaram de louco. Eu prefiro a palavra "limpo". Tomei banho tremendo, mas me senti liberto depois! Vocês podem pensar, mas você podia aquecer a água no fogão. Sim, poderíamos. Mas aqui temos que economizar tudo: gás, energia... Estamos distante de qualquer coisa. Energia eletrca aqui vem das placas de energia solar. Se um aquece água, isso daria o direito a todos. E lá se foi toda a energia que tinhamos...
     Enfim, apesar de tudo, estou adorando minha estadia aqui. A comida é bem melhor (nós mesmo que fazems), a vista não poderia ser melhor, e os mergulhos são fantasticos! Como diriam no Pearson, tudo é uma questão de personal challenge. A propósito, vocêm podem visitar o site http://www.racerocks.com/. Podem até ver as camêras ao vivo. Uma delas você pode ver a casa e, se eu ainda estiver aqui, me ver.

     Então, Feliz Pascóa a todos. E boa sorte ao pessoal que passou para o convívio na UWC.
     Abraços.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Às mulheres de minha vida.

Axé!

      Começo com aquelas velhas desculpas por passar um bom tempo sem escrever aqui. Os motivos são os mesmos de sempre, leiam os posts anteriores e descobrirão quais os são. Mas tenho que aproveitar que comecei, porque tenho muita coisa para falar, pouco tempo pra escrever. Na verdade, eu até estou com um “tempinho” agora, já que tenho que comprimir ar nos tanques de mergulho, o que me toma pelo menos duas horas. Para falar a verdade, eu não comprimo porra nenhuma. Eu só os conecto na máquina e ela faz todo o trabalho enquanto eu fico olhando para a cara dela até a criatura gritar. Então eu desconecto os tanques, limpo a sujeira e coloco outros tanques. Cada par me toma pelo menos vinte minutos. Está aqui resumido como comprimir tanques de mergulho em tres linhas! Enfim, não é para falar disso que vim aqui hoje. Muita coisa aconteceu nesse mês que passou (será que foi mesmo um mês?), e aqui estão os meus contos de Fevereiro.

     O post anterior referiu-se a minha irmã, como vocês sabem. Poucos dias depois, no dia quatro de fevereiro, foi o aniversário de outra mulher que é a mais importante de minha vida, porque foi ela que me trouxe ao mundo. O que falei no post passado sobre minha “dificuldade emotiva” e como ela se transforma quando se refere a minha irmã, aplica-se perfeitamente quando tenho que falar sobre minha mãe. É a face dela que eu sonho todas as noites. É a voz dela que eu ouço todos os dias. Não quero escrever muito, porque sei que ela vai chorar mil vezes mais do que as palavras que escrevo. Mas sei que ela chora de alegria, de amor. E por isso eu escrevo. Todo mundo que têm mãe acha que a sua é a mais estressada do mundo, e é claro que eu penso mesmo sobre a minha. Mas acredite, faz falta. Porque para mim amor de mãe é o mais bonito que existe. É claro que mãe também erra. Mas qual é o filho que não perdoa uma mãe? Ou melhor dizendo, qual é a mãe que não perdoa um filho? Enfim, eu só quero te dizer que te amo muito, muito mesmo! Sou muito orgulhoso de ser seu filho. Não vejo a hora de te dar um abraço e ouvir o que pra mim é a frase mais linda do mundo: “Meu filho”.

    Deu para perceber que sou bem família, né? Pois é. Para mim é a coisa mais importante que eu tenho. E gostaria de usar essa opurtunidade (parece que estou na xuxa) para desejar felicidades a todas as mulheres de minha família! Não pude ligar para desejar um feliz Dia da Mulher, mas não tenho desculpa para não escrever aqui. Também um abraço especial a todas minhas amigas! Enfim, a todas as mulheres desse mundo. Sei que elas não são muito boas no volante, mas o que seria do mundo sem elas?


      Enfim, vamos aos “causos” do mês. Já sabem que não prometo ordem cronologica e muito menos que irei contar tudo o que aconteceu, mas vou me esforçar. Desculpem se meu texto parece um pouco confuso, mas minha mente já está confundindo Inglês com Português e Espanhol. É incrível como isso acontece. Algumas palavras que eu uso muito no meu dia-dia já estão em inglês no “automatico”. Além do mais, meu português é restritro a um Caipira, um paulista e uma portuguesa, o que torna as coisas bastante difíceis. Mas minha baianidade ta no sangue e eu nunca vou perder meu ‘dênde’.

     Vou começar pelos fatos mais recentes, que estão mais frescos. No último fim de semana de mês passado eu fui para Vancouver. Eu estava tentando ir a um bom tempo já, mas nunca dava certo. Para falar a verdade, eu nem pensei que iria antes das Olimpíadas acabassem. De ver algum jogo eu já tinha desistido a muito tempo, já que os ingressos eram “um pouco acima” da minha capacidade. Só para vocês terem uma idéia, o ingresso para a final do Hockey Masculino estava somente 13,000 doláres. Mas não se espante não. Aqui “camelô” (se é que podemos usar esse vocábulo aqui) vende jaqueta do Canadá por 150 doláres. Mas enfim, não quero falar daquilo que não nos convém ($). O importante é que eu presenciei a festa, o momento. A viajem daqui pra Vancouver durou 5 horas, mesmo a cidade sendo “ali do lado”. Só pra sair do colégio e chegar no Ferry gastamos 1h30min. Usei o verbo no plural porque fui com Renata (Itália), Tsatsral (Mongolia) e Amirah (Malásia). A travessia do Ferry foram mais duas horas. Só um aviso para você que está acustumado com o Ferry Salvador-Itaparica: esqueça todos os aspectos do Ferry(ado) que temos. Se não me engano, descrevi no primeiro post o status de Transatlântico que o Ferry daqui têm. Dentro do “Ferry” tem até shopping! Tudo que você imaginar, econtra lá. Até roupa! Imagine alguém te dizendo “Que camisa bonita. Onde comprou?”, e você enchendo a boca pra responder “Comprei no Ferry!”. Parece filme de ficção científica, mas acredite, não é. Depois do Ferry (Transatlântico) ainda levamos mais uma hora e meia para chegar na casa de Emmy, uma menina que estuda aqui e mora em Vancouver. Tenho que dizer que estou impressionado com o sistema de transportes de Vancouver. Aliás, estou impressionado com tudo lá! Nem preciso dizer que uma cidade linda, porque isso vocês podem ver nas fotos. Mas como as pessoas “confiam” umas nas outras. Imagine que não tem “catraca” no metrô. Só um sinal “Área paga”. E, acreditem, todos pagam a passagem! É incrível. Ninguém checa se você tem bilhete ou não. Eu fiquei até sem graça de não pagar... não vou mentir que vontade não me faltou. Além disso, é um sistema super eficiente! Você paga 1.75 dólares e ganha um bilhete que vale por 2 horas e meia. Com esse bilhete você pode pegar qualquer transporte público na cidade, quantas vezes quiser! Digam, soteropoliranos, vocês podem imaginar isso? (Digam, mas eles não têm a nossa ginga, que eu concordo!). Passei a primeria noite no quarto-apartemento dessa minha amiga. Pensem que ela tem quarto, closet, banheiro, cozinha e uma sala no “espaço” dela. ELA TEM UMA COZINHA NO QUARTO! Ainda é difícil para mim acreditar que isso existe, mas eu não duvido mas de nada. Enfim, passei o outro dia todo explorando Vancouver, tirei muitas fotos (estão todas no meu orkut), me diverti muito! Não durmos na segunda noite, aliás, tiramos uma soneca num Coffee Shop com as malas nas costas esperando o metrô abirir (5h da manha) para voltarmos para o colégio. Mas é muita história... e como já disse, tenho pouco tempo pra escrever. Depois conto um pouco mais...


     Em algumas semanas eu vou ter meu exame oral de Português. Para tal, eu li D. Casmurro e O Auto da Compadecida para a parte 1 (se quiserem detalhes sobre o que é ‘Parte 1’, perguntem). Para parte 4 eu estava lendo Mar Morto, de Jorge Amado. Livro muito bom por sinal. Eu acabei um tempo atrás, e estava muito feliz porque só tinha que ler mais um livro, O Auto da barca do Inferno. Foi quando eu descobri que li o livro errado. Sério mesmo, isso só acontece comigo. Como a pessoa pode ler o livro errado? Agora estou com Ciranda de Pedra inteiro por ler. Se alguém quiser fazer o resumão do aprovado, estou a disposição.

     Sobre a vida aqui, tudo está indo muito bem. Tão bem que até já peido na frente de algumas pessoas. E vocês sabem o grau de intimidade que você precisa ter com alguém antes de peidar na frente dela, né? É quase que um contratro social. Depois desse momento, a vergonha vai e não volta nunca mais. Para você ter uma idéia, outro dia eu estava fazendo minhas necessidades quando Kenta (Japão) perguntou se eu tinha um tempo para ver se uma questão de Matemática dele estava certa, já que minha classe está adiantada e eu já tinha feito o dever. Eu respondi que sim, mas não esperava que ele fosse me passar pelo buraco da porta o papel e a canta. Eu tomei um susto! Até me desconcentrei. Pense ai? Aliás, nem pense. Isso não conversa pra está digitando aqui... nem sei porque o fiz.

     Claro que nem tudo são rosas. A vida acadêmica é bastante estressante, e se tornou ainda mais com o “One World”, um show que o colégio organiza. Mas o tempo passa tão rápido... Em três meses já estão de volta. Parece que foi ontem que cheguei... (quem se lembrou da propaganda da Nestlé ‘como parece, foi ontem!’?). Noite passada eu até sonhei que voltava para casa. Acordei, e quando voltei a dormir sonhei que voltava para aqui de novo. Fui e voltei numa noite só!

     Enfim, tenho muitas histórias para contar. Sobre os meninos que foram expulsos do colégio, sobre a neve que caiu hoje, sobre os mergulhos que faço toda a semana, sobre as paquerinhas, sobre os amigos... mas volto outro dia. Por hoje acho que já foi o suficiente. Antes de terminar só gostaria de dizer a meus amigos que eu não esqueci deles e pedir desculpa por não responder os scraps no orkut, eu tava meio desligado. Mas eles já estão devidamente respondidos.

Até um dia...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Joana Braga Barbosa

Axé!

    Eu realmente não tenho tempo para escrever aqui no blog. Esse mês de volta as aulas foi intenso! Como vocês devem saber pelo último post, eu só fiz comer, dormir e assistir filmes durante minhas férias, quando deveria estar estudando e fazendo meus deveres. Resultado: não tive vida na última semana. Aqui vai uma dica, sempre faça o que tem que fazer o mais cedo possível. Pensei que nunca fosse descobrir o quão importante um cafezinho pode ser em sua vida. Enfim, agora I am done! Além do mais hoje é um dia especial, mas só vou contar o porquê no próximo parágrafo, afinal de contas, esse acontecimento merece destaque.

     Hoje é o aniversário de uma das pessoas mais importantes de minha vida. Sinceramente, eu não consigo pensar em mim sem pensar nela. Aliás, eu acho que não existe um exemplo melhor do pronome “nós” do que “nós” dois. Como alguns de vocês sabem, eu não sou uma pessoa muito emotiva. Alguns amigos meus vivem reclamando que sou muito fechado. Mas quando se refere a ela, tudo muda. E escrever aqui está me fazendo chorar, mesmo que eu não o faça normalmente. Porque ela é parte mim. Eu sou parte dela. E não tem distância que separe algo tão intenso. Eu realmente sinto muito a falta dela do meu lado, dormindo a poucos centímetros de mim, mas agredeço a Deus todos os dias por ela existir em minha vida.

    Ao escrever aqui, está me vindo a cabeça todos os momentos que vivemos juntos. Todos os momentos felizes. Nós temos nosso próprio idioma, onde os olhos também falam. E, é claro, todas as brigas, que não foram poucas. Nós fomos cúmplices por toda a vida. E vamos continuar sendo pela eternidade. E nesta data tão especial, infelizmente eu não pude estar ao seu lado. Pelo menos não fisicamente. Mas todo meu amor está lá. Nós compartilhamos tudo o que eu tenho de mais importante. E este minúsculo e singelo texto não representa nada perto do que eu realmente sinto por você, IRMÃ.

     Irmã. Dizendo isso, eu não preciso dizer mais nada, porque a gente sabe o que esta palavra significa para nós. E eu te desejo toda felicidade do mundo, não só hoje, mas sempre. Eu sou seu fã número um, e nunca esqueça que você tem um IRMÃO, e que pode contar com ele para tudo o que precisar.

Amo-te muito, IRMÃ!

Seu eterno Brow.